CORRUPÇÃO NA JUSTIÇA SIMPLEX

Como funciona a CORRUPÇÃO NA JUSTIÇA SIMPLEX ?

É SIMPLEX: — O BANCO e o ESTADO, em crise, sem dinheiro, agem em conluio, como dois abutres agarrados à mesma carcaça, a “DESGRAÇA ALHEIA”. Processam o saque, de forma legal e transparente, para dividir o espólio.

“Vale tudo menos tirar olhos”,

no País da Promiscuidade entre POLÍTICOS & BANQUEIROS, é a conclusão a que chega o cidadão comum.

Eis o exemplo do grande Aguenta-Aguenta, o famoso Banqueiro mais bem pago de Portugal, que nem precisou de acabar a Licenciatura de Economia do ISE:— Em 2014, Fernando Ulrich e a Investidora Isabel dos Santos, partners na mesa da Administração do Banco BPI S.A., enfrentavam múltiplos problemas financeiros derivados das crises, da Troika e da “exposição a Angola” [A “pérola” da velha SPI em Luanda rendeu 1.300 Milhões em dez anos…]. Com um prejuízo elevado [BPI fechou 2014 com um prejuízo de 161,6 milhões], decidem contratar a “Equipa”, para salvaguardar os seus interesses financeiros.
A metodologia utilizada pela famigerada LAW FIRM foi incisiva e brutal: — Ulrich “mandou” a advogada Carla Braguez, associado coordenador da GPA, Advogados, prestar falsas declarações e difamar os executados, a fim de obter “parecer jurídico” favorável. E conseguiu, sendo que o Juiz nem sequer questionou as suas declarações.

Não serviu de nada DENUNCIAR AS SUAS FALSAS ACUSAÇÕES nem a difamação gratuita… e todos fizeram ouvidos moucos.

A RESPOSTA DA CIDADANIA deverá ser directamente proporcional, de modo a que estes SENHORES não pensem que podem fazer o que lhes dá na “REAL GANA”.

Consubstanciado em forma “imoral”, quiçá criminosa, de obter “despacho” favorável, estamos perante uma violação rude e grosseira do artigo 12º da DUDH.

https://obancoeabolha.com/2020/09/05/acerca-do-corrupto/

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